
Ela estava só, a noite caía e ele não havia ligado ainda. Provavelmente não ligaria. Inconscientemente, tudo se relacionava, ela relacionava tudo. A noite anterior, o vinho, o beijo... Até mais, nunca mais! Não que estivesse triste, à beira de um ataque sentimental, crise de choro e soluços intermináveis. Não havia arrependimento. O momento era propício para reflexão, e saiu de lá feliz, orgulhosa de si.


